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Dilemas do Commander
Quais os dilemas que mais vem a tona quando penso sobre o Commander?
14/10/2021 10:05 - 8.583 visualizações - 24 comentários
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Salve galera, beleza? 

 

Geralmente quando estou sem fazer nada (em raras ocasiões) eu costumo consumir diferentes tipos de conteúdo relacionados à Magic, principalmente se tratando de commander. 


Quem me acompanha na twitch sabe que gosto de falar de tudo que diz respeito ao aspecto multiplayer do jogo, desde o EDH tradicional até o cEDH, como também outros formatos derivados, como é o caso do meu amor mais “recente”: O Conquest

 

Consumindo esse conteúdo durante um dia desses eu acabei me pegando numa situação em que eu acho que outros jogadores também já se viram em algum momento da sua carreira, onde diferentes pontos de vista sobre o mesmo formato criava dilemas muito discutíveis. E foi pensando nisso que resolvi trazer para vocês nesse artigo algumas dessas reflexões.

 

Antes de mais nada, já gostaria de deixar claro que talvez esse texto seja um pouco mais focado em informações, sem muita ilustração e com muitas opiniões pessoais, mas que também seria extremamente interessante ver o que os leitores pensam a respeito de cada um desses pontos. Então de um modo bem diferente do habitual, desde o começo já vou pedir pra que vocês deixem seus comentários, mas que também mantenham a educação e o respeito ao amigo que diverge de sua opinião. 

 

Sem mais delongas, vamos ao que realmente interessa... 

 


O dilema do Power Level

 

Quem acompanha nossos artigos sabe que trouxe no início do ano um texto onde eu falava sobre Power Level, que você pode ler clicando Aqui (Classificando o Power Level do seu Commander! | Artigos LigaMagic | LigaMagic).


Sempre defendi que esse conceito era uma ótima forma para ajudar jogadores a escolher seus decks de uma forma que suas mesas fossem sempre pareadas, presumindo que num acordo mútuo todos os decks se baseariam num dos níveis para isso. Mas recentemente tive uma experiência que me encucou, e quando ela voltou a se repetir eu passei a me questionar sobre a efetividade do conceito de Power level

 

Essa situação foi que num grupo onde tenho alguns amigos em comum se reuniu para jogar num PL6 (vacinados e com todas as medidas de precaução), e durante a partida um dos decks se projetou de uma maneira surpreendente nos primeiros turnos, criando uma vantagem numérica através de tokens e cartas de valor. 


Após 20 minutos veio o fim da partida e o início de uma discussão onde para os demais aquele deck estava mais próximo de um PL8-9, já que possuía uma estratégia ligeiramente mais bem construída. 


Outra partida se iniciou e dessa vez esse jogador teve um começo tardio, recebeu inúmeras remoções e teve sua estratégia desmantelada, o que lhe trouxe a derrota.


E isso se sucedeu por pelo menos 3 jogos.

 

Observando de fora e vendo as listas com uma visão de quem está habituado com o commander otimizado/cEDH eu diria que aquele deck que foi colocado como se fosse um PL8 talvez estivesse mesmo num 6, ou até menor, mas acabou sendo agraciado pela sorte de ter um começo de jogo explosivo. E isso apesar de ter lhe dado a vitória, trouxe também um foco maior durante todo o tempo que ele esteve presente nos jogos posteriores, tirando todo o aspecto multiplayer e for fun, que foi substituído por uma aura “Arch Enemy”. 

 

Depois de um tempo vi uma discussão na sessão de comentários de um vídeo no Youtube onde alguns espectadores argumentam que a presença de uma Volcanic Island num dos decks do jogo fazia com que seu Power level fosse superior aos demais. E sinceramente, isso me incomodou muito, pois não faz o menor sentido defender que uma carta singularmente faz com que todo o poder do deck seja automaticamente elevado, principalmente nessa situação onde a carta em questão é um terreno. 


No cEDH, escolher entre um terreno básico ou uma Dual Land pode te custar o jogo, mas num ambiente mais casual, um terreno que não tenha uma habilidade impactante não tem peso nenhum além do monetário. E ainda assim o fato de ser cara não faz dela uma peça chave na hora de definir a efetividade de uma estratégia e a força de um deck. 

 

Vendo isso fiquei pensando o quanto esses conceitos que são criados para ajudar os jogadores a terem boas experiências podem acabar sendo mal interpretados, muitas vezes causando até um desconforto como esses. 


Isso se assemelha muito com o que já falei antes sobre o netdecking, que é feito como um direcionamento e uma fonte de pesquisa para que o jogador possa montar a própria lista, mas que muitas vezes é seguido à risca e até causa frustração.


Como o nome já diz, são conceitos, e não foram feitos para se seguir de uma forma literal, pois a realidade de cada jogador é diferente, assim como seus playgroups. 

 

Já houveram inúmeras vezes onde vi grupos de pessoas de um determinado playgroup definirem um Grimgrin, o Cadaveroso como um deck cEDH, com PL superior a 8 simplesmente pelo fato de que esse era o deck mais forte dentre os deles. E quando esse mesmo deck foi colocado num ambiente de decks otimizados o resultado foi catastrófico. E isso é porque o poder de uma lista geralmente é subjetivo, e isso quando somado a ambição de ser o melhor dentre um grupo pode acabar distorcendo o conceito para esses indivíduos. 

 

Enfim, o dilema é: 


Um sistema de Power Level que foi pensado para ajudar a equilibrar mesas de jogadores desconhecidos para uma boa experiência, ajuda ou atrapalha? 


E se ao invés de se basear em tabelas, talvez a solução para isso fosse mais uma questão de bom senso onde os envolvidos se colocassem no lugar e na realidade dos oponentes ao invés de usar uma visão subjetiva do que é poder?


Até que ponto sustentar conceitos é saudável, já que se acabarem enraizados podem prejudicar e dividir grupos?


Você já teve alguma experiência parecida? 

 

O dilema do Goldfish

 

Aqui temos uma discussão que já me rendeu momentos acalorados, principalmente porque é algo que eu realmente não consigo ser imparcial. 


Mas antes de tudo, o termo Goldfish se refere à prática de jogar sozinho, seja para testar o deck, ou até mesmo treinar. E o nome vem da ideia de que o praticante está jogando com o seu “peixinho dourado”, que é um oponente que só observa.


Mas continuando...

 

Numa certa vez acompanhando uma discussão num grupo de Commander casual vi alguns jogadores dizendo que o Commander competitivo é apenas um enorme goldfish, partindo do pressuposto de que na pressa para combar e vencer o jogo o primeiro a reunir suas peças na mesa ganhava, tornando o jogo rápido e sem nenhuma interação, fazendo com que as partidas fossem sempre iguais, ao contrário do Commander casual tradicional, onde havia muito mais interação entre os jogadores, proporcionando jogos memoráveis. 


Discordando disso eu me meti na conversa, já que quem está ativamente dentro da comunidade competitiva sabe que mais importante do que o próprio combo é estar preparado para interagir com o combo do seu oponente, afinal de contas, você não quer perder a partida.


Por esse motivo as listas cEDH tendem a manter um número alto de respostas, sejam elas em forma de counters, removals, entre outras cartas instant speed. E esse fator também contribui para que os jogos sejam muito interativos, com pilhas enormes, turnos longos e bem disputados, além de jogos que duram uma quantidade razoável de tempo, algumas vezes tendo horas a fio. 


Com uma resposta negativa por parte dessa pessoa, acabei desistindo da discussão, já que claramente não se tratava de alguém que estivesse habituado com a comunidade competitiva, o que justifica a visão “errada” sobre o formato. 

 

Algum tempo depois desse ocorrido, nesse mesmo grupo presenciei uma discussão onde esse mesmo jogador tinha tido uma má experiência ao enfrentar um Zurgo Helmsmasher, que para os mais chegados é um tribal de remoções globais. 


E o problema trazido dessa vez era o fato de que é chato quando alguém tem um deck cujo objetivo é conjurar apenas uma criatura em meio a muitas mágicas de remoção. 


Novamente eu meti meu nariz onde não fui chamado e questionei sobre a possibilidade da inclusão de counters ou outras cartas de proteção dentro da lista dele, o que poderia ajudar bastante a lidar com tudo isso. Ora pois, uma remoção global costuma custar na maioria das vezes 5 ou mais manas, enquanto um counter dos piores não passa de 3.


Infelizmente esse meu amigo não gosta muito da idéia de “manchar” a imagem dele como um jogador que utiliza mágicas de anulação, e além do mais é muito ruim ter que abrir espaço dentro da lista Simic que poderia estar ocupada por uma criatura muito poderosa.

 

Depois dessa conversa eu comecei a reparar que em muitas listas de decks casuais internet a fora a presença de mágicas que interagem com seus oponentes é extremamente baixa, muitas vezes focando totalmente seus esforços em uma estratégia que linear que pode ser facilmente quebrada por uma global, ou qualquer que seja o disrupt. 


Obviamente que isso não vale pra todos, mas me peguei pensando no quanto os jogos multiplayers são apenas 4 jogadores jogando sozinhos tentando fazer a estratégia pré-definida por eles funcionar até que algum deles use um board wipe e o processo recomece. 


Interagir apenas durante as fases de combate é mais memorável do que os jogos onde as interações acontecem majoritariamente fora das fases de combate?


Fazer “bixo vai” durante 5 turnos consecutivos é ou não é um goldfish?


 

O dilema da diversão VS orgulho

 

Quase que um complementar ao que falamos anteriormente, o dilema da diversão, como resolvi chamar, não deixa margem para diferentes interpretações. Vamos falar sobre diversão alheia. 

 

Quantas vezes eu já ouvi que o formato que eu jogo é menos divertido? 


Eu definitivamente não conseguiria contar, se eu precisasse. E é isso que me preocupa. 

 

Quando comecei no magic, meus tutores jogavam o formato que chamávamos de “For fun”, onde as regras eram basicamente as de um construído, com decks de no mínimo 60 cartas, um máximo de 4 cópias por carta, os tradicionais 20 pontos de vida, sem banlist e cheio de house rules, afinal, apesar da competitividade, o importante era reunir o pessoal pra jogar. 


Gaea's Cradle sem shield era normal, e o que botava medo na galera era quando o cara do Mono Blue conjurava os quatro Feiticeiro Prodigo, por que 4 de dano tirava a maior parte das melhores criaturas. 


Force of Will então, era carta que a gente corria pra longe! Deus me livre de ter que exilar uma carta da mão e ainda pagar a vida para anular alguma coisa, sendo que posso virar duas ilhas pra dar uma Counterspell, né? 


E nem vou falar que a gente trocava as cartas pela raridade, e não pelo preço. 


2 comuns valem 1 incomum, 2 Incomuns valem uma Rara, e assim por diante... Foi como comecei a colecionar meus Vizzerdrix

 

Alguns leitores não passaram por isso, e outros vão se encher de nostalgia, mas independente disso queria ilustrar como era o nosso conceito de diversão numa época onde o valor das cartas, ou raridade eram segundo plano. 

 

Hoje em dia temos um formato pra isso, que carrega com ele a famosa alcunha de “formato que foi feito pra ser divertido”, que conseguiu abranger todo tipo de jogador, cada qual com a sua particularidade e objetivo. Mas mesmo assim o que mais ouço são jogadores de um mesmo formato, uma mesma suposta comunidade, julgando a diversão alheia e tentando definir limites baseados na sua própria visão. 

 

“Ah, mas não é divertido jogar cEDH. Vocês tiram a diversão do Commander, por que ele foi feito pra ser casual” 


Ou o contrário: 


“Nossa, não é divertido jogar jogos de 4 horas que todo mundo só faz “mana, bicho e vai”. 

 

E é aqui que entra a parte do orgulho. 


Será que é mais fácil sentar e conhecer um grupo de pessoas que joga de uma forma diferente, pedir um deck emprestado e aproveitar o momento, ou simplesmente encarar a diferença como algo ruim? 


Será que o orgulho de quem bate no peito pra defender que Commander sim, é Magic, dá a essa pessoa o direito de dizer como o formato mais liberal e “For Fun” deve ser jogado?


Será que o seu orgulho de commandeiro que preza por mesas super divertidas, ou do cEDHzeiro que procura a competitividade ao limite já tirou a diversão de alguém, e você sabe disso, só não admite? 

 


O dilema da Receita de Bolo

 

Que nome emblemático eu resolvi dar pra esse tópico, heim? 


Mas confesso que acho que esse é sim o nome que melhor define o que eu quero expressar aqui. 

 

Numa certa ocasião eu fui questionado sobre o quanto o cEDH tem uma receita pronta de cartas que geralmente vão dar sustentação a um deck, e apesar dessa afirmação ser discutível, ela não deixa de estar correta! 


Num formato onde o principal propósito é extrair o melhor do que você escolheu, é essencial que você já tenha uma lista de cartas que já foram testadas e que fazem o melhor dentro do papel que foram designadas. E é assim que nascem as staples.


Não necessariamente usar staples deixam os decks sempre iguais, e foi isso que sempre me agradou no commander, pois mesmo nos níveis mais competitivos onde existem muitas cartas comuns entre as listas, ainda sim o resultado final é bem diferente. 


E foi preparando as coisas para o Conquest Cup recentemente que percebi o quanto essa receita que apesar de essencial para a eficiência, também pode ser um grande e prejudicial ponto. 

 

Digo isso porque organizando esse evento com um formato pouco explorado, nossas surpresas foram muito maiores do que estávamos esperando, com listas diferentes e estratégias pouco ortodoxas que dificilmente alguém tentaria mexer se já soubesse se ela é boa ou ruim. E o resultado disso foi um line-up muito variado, extremamente divertido e muito esclarecedor em vários aspectos. 


Até aproveitando a deixa pra dizer que no início do torneio acabei dizendo que alguns desses decks eram “memes”, e pra me fazerem pagar a língua, alguns chegaram na semifinal, e dois deles na grande final.

 

Paralelo a isso tenho visto o quanto alguns jogadores de cEDH tem se enraizado em cima de alguns padrões extremamente limitados, utilizando como base conceitos pré-definidos que muitas vezes não consideram uma variação natural que pode ocorrer dentro dos metas. 


Resumindo de forma mais simples, é como a natureza funciona, colocando uma regulagem orgânica através da cadeia alimentar para que não haja um lado mais pesado na balança. 


Por conta disso é muito comum ver builds que apresentam muito pouca variância e que são consideradas como tiers definitivos, com a falta de um termo melhor. Mas ora pois, se considerarmos que numa corrida de cavalos só tem cavalos, qualquer um dos vitoriosos vão estar fazendo parte daquele mesmo grupo, o que não faz do cavalo o animal mais rápido e nem mais competente para uma corrida. 


Eventualmente quando algum indíviduo diferente é apresentado dentro desse ambiente, podemos ter um resultado surpreendente onde ele se sobressaia, ou pode ser que ele continue não saindo vencedor. 


O fato é que por possuir uma receita diferente do habitual que se formou apenas pelo “costume”, é natural que ele seja mal visto e menos encorajado pelos demais. 


E isso hoje em dia me faz questionar o quanto é interessante se prender a conceitos pré definidos apenas porque teoricamente são os melhores, enquanto a exploração por coisas novas e possivelmente melhores está sendo cada vez mais deixada de lado? 

 

E quando falamos de padrão dentro de deckbuilding, mesmo que de uma forma mais singela, o commander tradicional/casual apresenta defeitos semelhantes que geralmente se sustentam sob o argumento de que diferentemente do competitivo, o formato possui uma identidade muito mais subjetiva. Mas não precisamos de muita busca pra ver discussões onde jogadores criam padrões como que um deck precisa ter X terrenos, X remoções, X ramps e etc, ignorando completamente qualquer influencia externa como o playgroup, a maneira de pilotar, a experiência do jogador, entre outros. 


Além disso, o número de staples no casual é tão grande quanto no competitivo, com a única diferença há uma variedade maior de comandantes. E pra confirmar isso é só comparar dois decks Mono Green, que na maioria das vezes mesmo com comandantes e estratégias diferentes, vão ter 60% por cento da lista em comum. 


Tudo isso me faz questionar o quanto ter staples é importante para os formatos, independente do nível de competitividade. 


O que será que faz um jogador de commander ser contra uma receita? 


E até que ponto é saudável seguir um tipo de padrão? 

 

Enfim chegamos ao final de mais um artigo, muito diferente do habitual, mas que eu espero que vocês tenham gostado. 


Abrir esse tipo de discussão é uma ótima forma de melhorar em vários aspectos como jogador, então sintam-se à vontade para interagir nos comentários, sejam discordando ou concordando, mas sempre mantendo o respeito acima de qualquer coisa. 


Muito obrigado a todos que leram até aqui, e espero trazer mais alguns textos iguais a esse, onde expresso um lado mais pessoal. 


Se você quer acompanhar um conteúdo multiplayer geral, me segue lá na twitch (Twitch.tv/jeff3nd), e não se esqueça de acompanhar a cEDH Brasil nas redes sociais. 

 

Um grande abraço e até a próxima! 

 

                                                                                              Por Jefferson (Jeff) Barbosa

Jefferson C Faria Barbosa ( D3AD)
Jefferson é entusiasta do formato cEdh
Redes Sociais: Facebook
Comentários
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(Quote)
- 20/10/2021 08:11
todo dia um timewalk diferente
(Quote)
- 18/10/2021 15:30
Belo artigo, parabéns! Foi ótimo viajar no tempo e rever alguns terrenos que eu não via desde a década de 90.
Mas faltou falar da Manlad inicial, Fábrica de Mishra, aquela que batia muito depois de um Cólera de Deus! E depois veio a fábrica do irmão, mas que não era nem de perto boa, a Fábriza de Urza.
(Quote)
- 18/10/2021 12:04
Em poucas palavras.
Acredito que não gostamos de sair do conforto das listas testadas.
Ia embasar mais o argumento, mas já escrevi "em poucas palavras e to com preguiça de apagar...
(Quote)
- 18/10/2021 11:22
Parabéns Jeff pelo artigo, achei muito esclarecedor. A comodidade no Commander é predominante, é mais simples reclamar e chorar do que pensar em sua lista, é mais fácil copiar uma lista do que usar criatividade... O Commander nasceu para ser divertido para todo mundo, então todo mundo tem espaço, mas para isso acontecer cada um precisa se esforçar para deixar o jogo mais divertido.

Um exemplo foi no meu playgroup, teve uma época que tinha tantas globais de criatura que o jogo nunca terminada, pq toda hora tinha uma global para reiniciar o jogo. Ai eu adicionei diversas truques para ignorar as destruições e meu amigo fez um deck de Gaddock só para impedir que decks ficassem só reiniciando o jogo, no fim tivemos jogos muito mais interativos e divertidos para todo mundo.
(Quote)
- 18/10/2021 09:40
Independente do formato (e sim, todos os formatos são Magic), power level, preço do deck, nível de competitividade, casualidade da partida e absolutamente qualquer outro parâmetro de comparação, só existe um jeito certo de jogar: o jeito que a pessoa gosta!
Gosta de ser um goldfish aggro que só quer bater e não interage de nenhuma outra forma com os oponentes? Esse o jeito certo pra vc. Gosta de ser o controle chato que vai anular "tudo" oq os oponentes façam e vencer com um combo infinito? Esse é o jeito certo pra vc. Gosta de jogar com um tribal que vai contar com remoções, anulações, proteções e outras respostas para que as criaturas façam o trabalho delas em paz? Esse é o jeito certo pra vc.
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